Fototerapia para vitiligo – Tratamento é útil contra doença

Normalmente as pessoas que apresentam o vitiligo, procuram formas para tratamento, como a fototerapia para vitiligo.

Vitiligo é uma das doenças mais antigas e mais comuns da pele que afeta aproximadamente 1-2% da população humana.

A doença não mostra nenhum predomínio no plano étnico, racial ou socioeconômico dos doentes afectados.

O impacto cosmético desta doença é tremenda e seu impacto psicológico devastador, particularmente em peles morenas e escuras.

A etiopatogenia desta doença ainda permanece desconhecido. Em paralelo com estes desenvolvimentos na frente etiológico, um monte de novos avanços foram feitos na terapêutica frente também.

Com essas novas opções terapêuticas, estamos atualmente em uma posição muito melhor para tratar esta doença do que uma década ou duas mais cedo. Então, quão longe e satisfatoriamente como somos capazes de tratar esta desordem agora? Quais são as novas opções de tratamento disponíveis para esta doença?

Estas são algumas das questões que serão abordadas neste artigo.

Causa e doença

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Os pacientes que sofrem com a doença exibem manchas brancas, além de mechas brancas nos cabelos e no resto do corpo.

Estas lesões quando são expostas nas mãos, rosto, braços, cotovelo pode causar constrangimento, principalmente se o mesmo apresentar pele escura.

Como característica do problema ocorre à despigmentação da pele devido à falta da melanina. Este distúrbio pode se manifestar em adultos e crianças de todas as etnias. Sua lesão pode ocorrer em partes isoladas ou em todo o corpo.

Em todo caso a evolução da enfermidade é imprevisível, pois existem casos na qual fica estável enquanto em outros regride. Algumas situações podem progredir com rapidez.

Desta forma, as lesões da mazela pode ter relação com algum tipo de câncer de pele, como melanoma, com o diabetes e a miastenia.

No geral, o impacto da disfunção é enorme, no entanto, existem formas de tratar a doença, como uso da fototerapia.

Diagnóstico do vitiligo

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Para diagnóstico da doença o dermatologista é treinado para saber, até mesmo pelo exame visual. No entanto, quando existe a dúvida é utilizado uma luz especial, a Luz de Wood. Neste caso, a biópsia de pele não demonstra utilidade.

Tratamento de vitiligo

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Apesar de existirem diversos tratamentos, nem sempre é possível uma cura. No entanto, graças ao controle da doença é possível voltar à pigmentação original da pele em alguns casos.

Geralmente uma forma comum é utilizar os cremes contendo corticóides. Alguns podem apresentar efeitos colaterais, por isto é importante manter a supervisão de um dermatologista. Os corticosteroides desempenham um papel importante no sistema imunológico, especificamente como imunossupressor.

Nas pessoas com vitiligo, o sistema imune ataca os melanócitos, responsáveis por gerar a melanina que dá a cor da pele. Assim, os esteroides podem impedir este ataque do sistema imunológico de melanócitos através do bloqueio das células do sistema imunológico. Uma vez que estes ataques parem, o número de melanócitos deixa de diminuir, e as manchas de vitiligo não crescem em tamanho.

Outra forma de cuidado é utilizar cremes de imunomoduladores tópicos (Protopic / Elidel). Este medicamento pode garantir bons resultados e ainda tem menos efeitos colaterais que os corticóides. Neste caso as áreas expostas pode ter melhor resultado do que as cobertas. Estudos publicados em revistas científicas de Dermatologia vêm encontrando um benefício nestes medicamentos.

Fototerapia contra o vitiligo

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Hoje em dia a fototerapia é uma opção para quem sofre com vitiligo. Este tipo de tratamento utiliza um aparelho que emite raios ultravioletas na pele.

No cuidado o tempo de permanência irá variar conforme o seu tipo de pele. Apesar de existir outros tratamentos, este método usa uma substância estimulante da repigmentação ativada.

Neste caso ela é ativada por banhos de sol ou por fontes artificiais de luz ultravioleta.

No geral as sessões precisam ser feitas diariamente e ainda durante várias semanas. No entanto, para que seja eficaz é importante que seja feito com a supervisão do dermatologista. Em alguns caso pode ter efeitos colaterais e não é indicada para menores de 12 anos.

Entretanto é preciso lembrar que este tipo de tratamento com a fototerapia para vitiligo (banhos de raios ultravioletas) não deve ser feito em cabines de bronzeamento artificial.

Esta forma não é indicada, pois a dose de radiação pode ser imprecisa, além disso, o tipo da ultravioleta emitido não é o mesmo que as cabines de bronzeamento, pois é diferente dos fins medicinais.

O método PUVA também é uma forma de fototerapia que utiliza medicação estimulante da repigmentação por meio da via oral e possui associação com banhos de luz ultravioleta tipo A.

Neste caso a sessão é feita duas vezes por semana, porém, só pode ser praticado por clínicas especializadas, sob supervisão do dermatologista para evitar efeitos colaterais.

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