Peeling: quando fazer? Conheça os tipos para cada pele

O peeling é um procedimento bastante comum, porém, precisa ser feito por especialistas. A procura por este procedimento se dá pelas mulheres que desejam ter uma pele mais lisa e sem manchas, ou seja, sonham com um rosto sem rugas.

No processo é feita a aplicação tópica de substâncias químicas que pode garantir reações que vão da escamação até necrose da derme, garantindo a remoção da pele em diferentes graus.

Quando é feito o peeling ocorre a descamação e troca da pele, permitindo ajudar no tratamento de manchas, acne e também no envelhecimento cutâneo.

Tratamento

Quando o peeling é bem aplicado é possível garantir resultados excepcionais, até mesmo no fotoenvelhecimento. Para quem pretender minimizar os sinais do sol, assim como da bebida, trabalho, do cigarro, o uso do peeling pode ajudar na renovação celular e esfoliação cutânea.

De qualquer forma é preciso alertar que o peeling não é um processo mágico, por isto é comum que precisem de algumas sessões para que os resultados apareçam. Preferencialmente ele é feito no inverno, pois evita que o sol atrapalhe na recuperação da pele.

Para quem procura uma solução contra as manchas de sol, o melasma e a acne, ele permite trocar a pele, além de melhorar o envelhecimento da pele, já que ele auxilia na flacidez e também atua nas rugas e permite renovar suas células.

O peeling também pode ser feito em várias partes do corpo como braços, mãos, pescoço e colo, porém é importante respeitar as restrições e características de cada local.

Geralmente a pele do corpo pode ter dificuldade em cicatrização por isto pode acontecer mais complicações, portanto, para facilitar o tratamento os peelings são classificados de acordo com sua capacidade por isto ele pode ter sua definição pela sua penetração que é: superficial, médio e profundo.

Peeling superficial

Este tipo de peeling age na camada superficial da pele e não traz qualquer problema depois da aplicação. Para o processo é utilizado as seguintes substâncias:

  • Ácido retinóico;
  • Ácido glicólico;
  • Ácido tricloroacético;
  • Ácido salicílico;
  • Pasta de resorcina;

Peeling médio

Neste caso ele destruiu os tecidos e pode remover de forma parcial ou total a epiderme, por isto pode chegar até o nível da derme papilar. Neste caso também possui poucas complicações e utiliza os seguintes ativos:

  • Ácido glicólico 40 a 70% (2 a 20 minutos);
  • Ácido tricloroacético 35% + Solução de Jessner;
  • Ácido tricloroacético 35% + Ácido glicólico;
  • Ácido pirúvico 60 a 90%;
  • Fenol 88%;

Peeling profundo

Este processo pode destruir totalmente a pele, pois sua profundidade atinge a derme reticular. Neste caso pode ter riscos como hipocromias (manchas claras), hipercromias (manchas escuras), cicatrizes. No processo é utilizado:

  • Ácido tricloroacético 50%;
  • Fenol (fórmula de Baker);

Tipos de peeling

Peeling Físico

Este peeling lixa as células das camadas superficiais até a camada média da pele.

Peeling Biológico ou Enzimático

Este peeling é feito com ácidos de frutas (enzimas) e conseguem descolar a camada superficial da pele.

Peeling Vegetal (Gommage)

Este processo imita o ato mecânico de esfoliação.

Peeling Químico

Este peeling é parecido com o enzimático e utiliza substâncias químicas para agredir e destacar a camada da pele, conforme a substância e o número de camadas usadas.

Indicação do peeling

A escolha do procedimento é conforme o médico, ou seja, ele precisa analisar o tipo de pele e lesão para saber qual o melhor procedimento. Em todo caso o paciente também precisa estar ciente, que precisa ver suas limitações e duração de recuperação para que consiga atingir o resultado desejado.

Para o verão o ideal é fazer os enzimáticos e derivados de ácidos de frutas como o AFA’s e Peeling da Casca da Laranja (orange peel), além disso os de cristal é uma boa opção.

Em todo caso cada ácido possui uma ação específica que permite estimular a formação do colágeno, por isto, todos renovam a pele.

 

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